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domingo, 26 de fevereiro de 2012

PARE DE CARREGAR A MALA DOS OUTROS! - Excelente Reflexão

- Texto enviado via E-mail, pela amiga e irmã Maria Helena Sousa -




PARE DE CARREGAR A MALA DOS OUTROS! 



Você acredita que carrega malas alheias? 

Vamos fazer um exercício? 

Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? 

Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente? 

Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação. 

Repetindo, a sua mala, que é a única que você tem obrigação de carregar, fica lá jogada na estação! 

Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios.

A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente. 

Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis.

Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado.

É o peso da mala que nos deixa assim empedernido.

Quanto ela pesa? 

Quanto sofrimento carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital. 

E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça?

Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação…

O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua? Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve.

Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados.

Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala.

A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto.

Onde está a sua mala?

Texto do grupo Correios de Luz

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS NÃO COMETER OS ERROS DO PASSADO





s.o.s TERRA


Olhei e vi, diante dos meus olhos,
aquele cometa rasgando o céu, naquele
azul celeste pintado no infinito!…
… Olhei e vi, diante dos meus olhos,
toda uma Terra morrendo, e desejei,
que o Homem por fim compreenda,
que está morrendo também!…

Deolinda de Almeida
2004

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

CARNAVAL - DIVALDO FRANCO - 1/3


Descrição:

duplavista.com.br - Programa Transição, transmitido pela RedeTV, 15 de fevereiro, 2009. Tema: Carnaval


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

MISSIONÁRIOS DA LUZ - Pelo Espírito André Luiz/Psicografia: Francisco Cândido Xavier - pdf


SINOPSE


Revela a tarefa dos Espíritos missionários, desvendando os segredos da reencarnação. Objetiva demonstrar que a morte física não é o fim, daí a necessidade do esforço próprio na luta pelo auto-aperfeiçoamenteo. Apresenta 20 capítulos, abordando, através do raciocínio científico, temas como: a continuação do aprendizado na vida espiritual; o perispírito como organização viva, moldando as células materiais; a reencarnação orientada pelos Espíritos Superiores e diversos aspectos das manifestações mediúnicas. Confirma que, no Plano Espiritual, abrem-se novos campos de trabalho, na renovação incessante da vida, através de processos reencarnatórios.

O ESPÍRITO DE VERDADE - Harold Dutra Dias



Descrição:


O Espírito de Verdade, palestra proferida por Haroldo Dutra Dias em julho de 2008 no Centro Espírita Cairbar Schutel em São José do Rio Preto/SP





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SOFRIMENTOS E RESIGNAÇÃO



Temos que admitir que na Terra todos sofremos. Sim, todos sofremos na Terra.


Este é um planeta de provações e de expiações. Isso não é bom, nem é ruim, é a condição evolutiva do planeta.


Desde os mundos primitivos destinados às primeiras existências humanas até os mundos divinos, celestes, conforme a classificação dos Espíritos, encontramos os mundos de provas e expiações.


Afirmam os Guias da Humanidade que, nos mundos de provas e expiações predomina o mal. O bem ainda se elabora, mas predomina o mal.


Se nesses mundos predomina o mal, todos aqueles que neles vivemos, estamos, de certa maneira, sujeitos ao mal desse mundo.


É muitíssimo importante pensar nessa questão. Cada vez que olhamos a nossa volta encontramos sofrimentos de todos os níveis.


Sofrimentos na área social. Há indivíduos que nascem, que vivem em estado de tamanha pobreza, de miséria sociologicamente ditos, abaixo da linha da pobreza, economicamente também entendidos assim.


E ficamos a nos perguntar: Como é que no mundo onde se põe fora, onde se exorbita, onde há lixo rico, nas grandes cidades, pode existir tanta fome?


Encontramos criaturas que, desde que nascem são marcadas por enfermidades soezes, indivíduos que são autistas, hidrocéfalos, microcéfalos, macrocéfalos, cegos, surdos-mudos, criaturas que nascem com lesões intransponíveis como os anencéfalos, os descerebrados; crianças que nascem com parte do tronco cerebral apenas e, por isso, a vida orgânica não pode avançar.


Olhamos para outro lado deste mesmo mundo e achamos criaturas que nascem em berço de ouro, ricas, de famílias poderosas, mas elas próprias marcadas por insidiosas paralisias, lesões cerebrais, com esquizofrenias, tormentas no campo psicológico, no campo psiquiátrico.


Então ficamos a pensar: Que mundo é este? Um mundo de provas e expiações.


Desta maneira, temos dois caminhos: ou entendermos por que é que vivemos neste mundo e por que este mundo tem essas características ou desarvorarmo-nos ou nos perdermos na revolta.


Este segundo caminho é completamente inábil. Não nos serve, não nos levará a lugar algum que não seja o enlouquecimento maior. Resta-nos a primeira possibilidade: tratar de compreender porque nesse mundo se sofre tanto.


Ora, na medida que entendemos que esse é um mundo de provações e de expiações fica claro porque todos sofremos, de uma maneira ou de outra.


Não existe uma só criatura que não tenha as suas lesões. Pessoas bonitas, bem postas mas, quando conversamos com elas, são dadas a enxaquecas, têm problemas de coluna, têm crises hepáticas, carregam mil e um problemas que o rosto não mostra.


Ficamos a pensar nas condições deste mundo. Se é um mundo onde o mal ainda predomina, nós que estamos aqui ainda carregamos muitas marcas desse mal que na Terra predomina.


Por que carregamos essas marcas? Porque proviemos de outras existências onde essas coisas foram realizadas e Cristo afirmou que não sairíamos daqui até pagarmos o último quadrante, a última moeda, para usar uma linguagem figurada do mundo.


Por causa disso, vale a pena pensar numa saída para toda essa gama de sofrimentos, de males, que encontramos ao longo do nosso planeta.


Fugir deles? Impossível. Para onde quer que vamos, lá estará o problema, a dificuldade, o acicate da Lei Divina, as Leis naturais funcionando.


E cada qual de nós precisará se acostumar com essas ocorrências do planeta Terra, a driblar esse mal que exacerba no nosso mundo e procurarmos, ao longo dos dias, trabalhar para que a Terra seja mais feliz do que é hoje.


* * *

Quando pensamos nessa gama de sofrimentos do nosso planeta, muitas vezes ficamos a nos perguntar a respeito do sofrimento dos bichos, dos animais. Por que é que eles sofrem?


Chegamos a compreender porque é que nós, seres humanos, sofremos. Nossos erros, nossos delitos, nossos crimes cometidos em outras existências, em outras experiências aqui no mundo, nesta mesma vida, em vidas passadas.


Mas e os bichos? Os bichos não erram, eles não cometem erros. Os animais seguem a Lei do determinismo e, dentro da Lei do determinismo, eles não erram nunca.


Jamais uma serpente dá o bote em alguém porque não gostou do rosto, porque não simpatizou com a pessoa. Ela dá o bote para se defender, porque se sente acuada. Assim fazem todos os demais animais com as suas defesas.


Quando pensamos no sofrimento dos animais temos que perceber que, cada ser que sofre neste mundo, tem um objetivo determinado pela Lei Divina.


Os bichos sofrem não para resgatar os erros cometidos. É para despertar-lhes os centros psíquicos.


Os animais são princípios espirituais, são Espíritos em evolução e, certamente, precisam da dor, do sofrimento para se acostumarem a buscar no planeta os recursos salvadores.


Jamais a Humanidade soube existir veterinários, nas florestas. No entanto, os animais sofriam e buscavam recursos na floresta. Sofrem e buscam recursos na floresta.


Naturalmente que tudo isso se deveu a esse processo evolutivo. A dor, nos irracionais, não tem o mesmo objetivo que a dor no ser humano.


No ser humano, a dor nos fustiga o lado moral para que a gente aprenda a perdoar, a ser humilde, a baixar a crista do orgulho. Mas, nos irracionais não, a dor tem outro sentido. É de fazê-los crescer, fazê-los progredir.


Olhamos o nosso gato em casa, o nosso cão e, de repente, eles vão comer grama, comem capim. A gente não sabia o que eles estavam sentindo. Põem para fora, regurgitam e ficam sãos.


Quem foi que ensinou a esses animais a buscar em a natureza vegetal o remédio para seus problemas?


Assim se passa com as aves, com as feras, na intimidade da floresta e, naturalmente, temos que convir que há um caminho importantíssimo a trilharmos, que é o da compreensão.


Na medida em que sabemos disso, encaramos melhor as dores do mundo, as dores da Terra, com uma virtude que se chama resignação.


A resignação, de maneira alguma, será acomodação. Não temos que cruzar os braços porque sofremos ou diante das dores e deixar que Deus resolva.


Se estamos desempregados, temos que correr atrás do trabalho. Se estamos enfermos, temos que buscar a medicina, a medicação, o tratamento. Se temos qualquer problema neste mundo, neste mundo teremos que resolvê-lo.


Mas a resignação não é sinônimo de acomodação, vale repetir, a resignação é o olhar que temos para esses fenômenos, é a maneira como vemos esses fenômenos.


Se não fosse a resignação, entraríamos na rota do desespero, entraríamos no circuito da desolação porque, quando não compreendemos porque sofremos, sofremos duas vezes.
A primeira vez pelo sofrimento em si, a segunda vez pela ignorância a respeito dele.


Por isso, é a Doutrina dos Espíritos que tem, no seu contexto e nos seus textos, essas explicações, esses recursos para nos fazer pensar na razão pela qual os seres humanos sofremos e por qual razão os irracionais sofrem na Terra.


Vale a pena pensar que os animais sofrem por um sentido: para despertar-lhes a vida psíquica, acordamento dos seus valores psíquicos enquanto o ser humano sofre para resgatar seus débitos e realizar aprendizagens no campo moral.


Daí começarmos a perceber como é importante essa virtude da resignação.


O Evangelho segundo o Espiritismo, a terceira obra da Codificação da Doutrina Espírita, feita por Allan Kardec nos explica que, enquanto a obediência corresponde ao consentimento do raciocínio, da razão, a resignação corresponde ao consentimento do coração. É o nosso sentimento que nos dá ensejo à resignação.


Ser resignado não é ser paralisado, estagnado, acomodado, inerme, inerte. Resignado é ter o entendimento da razão das coisas, o que não nos impede de sofrer, nem de chorar, mas que nos dá a alegria de saber que estamos dando conta do nosso recado no mundo.


Transcrição do Programa Vida e Valores, de número 172, apresentado por Raul Teixeira, sob coordenação da Federação Espírita do Paraná. Programa gravado em setembro de 2008. Exibido pela NET, Canal 20, Curitiba, no dia 15.11.2009.
Em 31.01.2010.

Fonte: http://www.momento.com.br/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ESSE INCRÍVEL AMOR...





Dizem que é este arroubo que faz o coração disparar, o sangue fluir ao rosto, as pernas tremerem ante a visão do ser amado.

Afirmam que amar é abraçar forte e, abraçados, assistirem o sol se aconchegar no poente, para adormecer até ser despertado pela manhã.

Falam que o amor é este sentimento que emula o ser a escrever poemas, a declamar sonetos e compor serenatas...

Sim, tudo isto são expressões do amor. Do amor de um ser para o outro.

Mãos que se entrelaçam, corpos que se aproximam, que se movimentam ao som da música que os embala. Abraços, beijos.

Mas o amor verdadeiro é quando tudo isso persiste após anos de convivência.

Amar é sentir prazer de estar com o outro, ouvi-lo, acalentá-lo.

Nos dias tristes, o amor é a nota melódica que cantarola esperança em ouvidos atentos.

É fazer uma declaração de amor, cantando versos, depois que as rugas fizeram arabescos na face e os cabelos se tingiram de neve e prata, ao toque dos delicados dedos do tempo.

Amar é, depois de filhos crescidos, netos à vista, dançar à luz do luar, no jardim da casa, na varanda do apartamento, observados por um céu de estrelas.

Amar é surpreender o outro com uma flor, um mimo em data qualquer.

É sair para tomar um suco, um só, no mesmo copo, com dois canudinhos. Só para poder encostar o nariz um no outro e os olhos sorrirem.

É repartir a pizza, para dividir as calorias. É tantas coisas pequenas, grandes, imensas...

É dizer: Deixe que eu faço.Você está tão cansada.

É buscar as crianças, banhá-las, dar-lhes o lanche e quando ele chegar, estar pronta para convidar: Vamos jantar só nós dois, em algum lugar?

É descobrir o que pode fazer o outro mais feliz. É preocupar-se com ele.

É comentar o novo penteado, elogiar a roupa nova.

É segurar a mão, no hospital, enquanto o ser amado convalesce.

É falar de esperança, acenando melhores dias, quando as sombras do desalento comparecem no céu familiar.

Amar é ter tempo para assistir juntos um filme, comentar depois e... assistir outra vez, para reviver as emoções positivas da primeira vez.

É lembrar do dia do aniversário, é surpreender.

Enfim, o amor verdadeiro é aquele que solidifica nos anos, amadurece no tempo e se perpetua pela vida afora.

Pense nisso e se pergunte se você ama de verdade.

Pense quando foi a última vez que fez uma declaração de amor, fez um elogio, deu um presente.

Quando foi a última vez que saiu para jantar, para dançar, para passear.

Quando foi a última vez que saíram de mãos dadas, que assistiram a um show de cabeças coladas uma à outra...

Pense.

E se descobrir que faz muito tempo, surpreenda seu amor ainda hoje.

Convide. Invente, mostre que em seu coração o sentimento sublime ainda vige forte, rijo, maravilhosamente presente.

Mas, faça isso, hoje.

Não estanque o gesto, nem perca a chance.

O amanhã poderá ser o momento que não chegue.


Redação do Momento Espírita.

Disponível no CD Momento Espírita v. 12, ed. Fep.

Em 22.03.2010.



Fonte:
http://www.momento.com.br/

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O SEGREDO DA SAÚDE INTEGRAL - Wlademir Lisso



Descrição:


Palestra "O segredo da saúde integral" com Wlademir Lisso, Advogado Professor da Unicamp, escritor de livros espiritualistas, especialista em tratamento para a depressão sob a ótica espiritualista e Atendimento Espiritual, apresentador da TV Mundo Maior.

Com slides explicativos, os conceitos de saúde são abordados com propriedade, conscientizando-o de todo o potencial salutar que a vida guarda para você.


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