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segunda-feira, 30 de abril de 2012

51 - AS ALMAS GÊMEAS, UMA ANÁLISE ESPÍRITA- Doutrina Espírita Explicada

Descrição: 


Neste vídeo traço profunda análise sobre o tema ALMAS GÊMEAS, em dois momentos. No 1º, interpreto harmonicamente os ensinamentos de Allan Kardec, no Livro dos Espíritos, questões 298, 299, 301, 302 e 303-a, conjuntamente com os ensinamentos de Emmanuel (psicografia de Chico Xavier), no livro "O Consolador", questões 323, 325 e 326, demonstrando a perfeita consonância entre os ensinamentos espíritas de ambos os autores, que se completam em perfeita harmonia. 

Num 2º momento, procuro analisar a beleza e importância da busca pela "alma gêmea", em cada um de nós, rumo ao infinito evolutivo, e a forma como a grandeza do Criador nos deu este bálsamo, esperança e alegria. 

O assunto é de vital importância, eis que todos nós vivemos em busca de completude, identidade, comunhão, e a atualidade do tema é sempre palpitante. 

Muito obrigado pela atenção, fiquem com Deus, paz e luz para todos. 

Adicionado por Juan Marcello em 28 abril 2012 às 11:31
em http://kardeconline.ning.com/



segunda-feira, 23 de abril de 2012

JANELAS NA ALMA



O sentimento e a emoção normalmente se transformam em lentes que coam os acontecimentos, dando-lhes cor e conotação próprias.


De acordo com a estrutura e o momento psicológico, os fatos passam a ter a significação que nem sempre corresponde à realidade.

Quem se utiliza de óculos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz.

Variando a cor das lentes, com tonalidade correspondente desfilarão diante dos olhos as cenas.

Na área do relacionamento humano, também, as ocorrências assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas.

É urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em relação com eles.

Uma atitude sensata é um abrir de janelas na alma, a fim de bem observar os sucessos da vilegiatura humana.

De acordo coma a dimensão e o tipo de abertura, será possível observar a vida e vivê-la de forma agradável, mesmo nos momentos mais difíceis.

Há quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impressões negativas, facultando a usança de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclamação.

Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaixão, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu séqüito de ocorrências.


O amor te facultará ampliar o círculo de afetividade, abençoando os teus amigos com a cortesia, os estímulos encorajadores e a tranqüilidade.

A bondade irrigará de esperança os corações ressequidos pelos sofrimentos e as emoções despedaçadas pela aflição que se te acerquem.

O perdão constituirá a tua força revigoradora colocada a benefício do delinqüente, do mau, do alucinado, que te busquem.

A ternura espraiará o perfume reconfortante da tua afabilidade, levantando os caídos e segurando os trôpegos, de modo a impedir-lhes a queda, quando próximos de ti.

As janelas da alma são espaços felizes para que se espraie a luz, e se realize a comunhão com o bem.

Colocando os santos óleos da afabilidade nas engrenagens da tua alma, descerrarás as janelas fechadas dos teus sentimentos, e a tua abençoada emoção se alongará, afagando todos aqueles que se aproximem de ti, proporcionando-lhes a amizade pura que se converterá em amor, rico de bondade e de perdão, a proclamarem chegada a hora de ternura entre os homens da Terra.

Livro: Momentos de Felicidade
Joanna de Ângelis & Divaldo Pereira Franco


Fonte: http://mensagemdeluz.kit.net/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

SEMINÁRIO TRANSIÇÃO PLANETÁRIA - A TERRA COMO MUNDO DE REGENERAÇÃO - 1/2


Descrição:


Seminário Transição Planetária - A Terra como Mundo de Regeneração com Dr. Luiz Carlos Barros Costa realizado em 21.08.2011 no Centro Espírita Amor, Luz e Verdade na cidade de Auriflama-SP. Baseado no livro Transição Planetária psicografado por Divaldo Pereira Franco, Espírito Manoel Philomeno de Miranda.



TODOS IRMÃOS



Grupos híbridos que se afinam pelas extravagâncias, arrimados nas limitações em que se comprazem, produzindo insânias várias.

Moles heterogêneas em afã desesperado, entrechocando-se na defesa dos interesses que disputam, nem sempre honestamente.

Famílias dilacerando-se em violentas pelejas, vitimadas por animalidade subalterna.

Formalismos da aparência, em crescente indiferença por acontecimentos e pessoas, produzindo frieza do sentimento e da emoção, que são substituídos paulatinamente pelo desamor que a todos vitima.

Manchetes sensacionais mantendo o clima dos descontroles íntimos no açular das noticiais estarrecedoras que já não produzem comoção.

Homens desagregados uns dos outros, separados por grupos étnicos, conluios econômicos, associações criminosas, clãs de rebeldia, movimentos de sublevação da ordem, ajuntamentos desportistas que se detestam reciprocamente, forças da beligerância, irmanados apenas por um fator: poder! E, disfarçados, multiplicam-se os poderes: jovem, negro, branco, índio, econômico, militar, com chamamentos e dísticos de paz, urdindo lutas dolorosas, em que as legítimas aspirações da ordem e da beleza são renegados pela ânsia de serem estabelecidos os novos valores.

... E não há faltado em tais cometimentos, o poder do amor em detrimento da guerra, através de cujas façanhas o sexo espicaçado, nas expressões do instinto puro e simples, produz alucinações graças às conexões infelizes e aos conúbios que articula...

Argumenta-se, porém, que sempre foi assim, elucidando-se que o progresso tem modificado favoravelmente as estruturas múltiplas da vida terrena, facultando abençoados frutos para o homem.

Sem dúvida, as conquistas humanas e sociais, técnicas e assistenciais, são relevantes.

O espírito de justiça vige nas leis dos povos modernos; as Entidades Internacionais vigiam e interferem ante arbitrariedades de governos desalmados, auxílios recíprocos, entre os povos, atendem aos problemas capitais das Nações; fronteiras se abrem, favoravelmente, mercados comuns defendem interesses iguais... Não obstante, há muita dor, crescente aflição, inumeráveis sofrimentos vitimando homens e povos, por conseqüência da frigidez espiritual existente no mundo.

Jesus parece esquecido!

Uns jovens tomam-No como revolucionário e transformam-No em fantoche para acobertar as suas loucuras. Outros aceitam-No como solução simplista e dizem-se-lhe afeiçoados, alargando o campo aberto das aberrações como "crentes novos".

Os religiosos tradicionais, simultaneamente, aferram-se às formas e, ante as tentativas de atualização da Doutrina Cristã à fraternidade, à pobreza, à humildade, engajam-se no comboio da novidade desde que lhes não custem os esforços da renovação íntima ou do sacrifício, permanecendo o código a que se filiaram em posição predominante...

Todavia, o Evangelho, na claridade dos seus ensinos, não permite dubiedade, interpretação errônea, acomodação parasitária.

Disse Jesus:

"Eu sou a porta". Somente através d’Ele o homem encontrará a via de segurança.

"Eu sou o caminho". Apenas seguindo as suas pegadas e fazendo qual Ele o realizou, o homem se encontra em paz.

"Eu sou o pão da Vida". Exclusivamente nutrindo-se do alimento sadio da Sua palavra e dos Seus exemplos, o homem se abastece.

"Fazer ao próximo o que se desejar que ele lhe faça". Só na vivência do reto dever para com o seu irmão, o homem se integra na família da fraternidade universal.

"Dar a capa a quem pede a manta. Marchar dois mil passos ao lado de quem pede seguir mil". Unicamente pela práticas da caridade, o homem se realiza, lobrigando a plenitude do amor com que Ele a todos nos ama.

Não há como tergiversar, sofismando ou fugindo às elevadas proposições evangélicas.

Todos irmãos, sim, em jornada ascendente, na qual nos devemos dar as mãos em auxílio recíproco nesta ingente luta pela redenção.

O Espiritismo, por sua vez, confirmando tudo quanto o Senhor enunciou, elucida, mediante as lições clarificadoras da reencarnação, que apesar de diversificados pelos múltiplos graus evolutivos, em nascimentos e renascimentos purificadores, somos todos irmãos no árduo esforço de crescimento interior, perseguindo a perfeição que nos está destinada.

Livro: Sol de Esperança
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco


Fonte: http://mensagemdeluz.kit.net/

domingo, 15 de abril de 2012

RENASCER




Por mais que os indivíduos humanos imaginem isso ou aquilo sobre a importância da existência corporal, bem pouco conseguirão inferir da sua grandeza.

É em razão dessa formidável oportunidade que o Criador oferece a Sua criatura, que réprobos se transformam em santos, covardes em heróis; indiferentes se tornam operosos lidadores da vida, vaidosos se revestem de humildade; estúrdios desenvolvem a nobre reflexão, ególatras se transfazem em fraternos altruístas.

É por meio dos renascimentos que Deus, sem violência, porém, atido aos princípios de Justiça e Misericórdia perfeitas, eleva o ser humano das agruras da carne passageira aos altos cimos da Espiritualidade Luminosa.

Aproveita, então, com o entendimento e a prática do vero bem, sob todo e qualquer aspecto, a tua reencarnação, pois ninguém sabe nem o dia, nem a hora, em que cada um encarnado terá que retornar ao País do Invisível, para seguir vivendo em novas dimensões.

Livro: Nossas Riquezas Maiores
Francisco de Paula Vítor & J. Raul Teixeira

Fonte: http://mensagemdeluz.kit.net/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PÁSCOA




Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.


Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?


Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.


A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.


O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.


Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.


Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.


Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.


Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.


Em corpo espiritual, Ele penetra em recintos fechados, aparece e desaparece, fala em tom breve. Seus discípulos sentem que já não é um homem. É, no entanto, o amigo que retorna para orientar, esclarecer.


Jesus voltou, indicando que a morte não existe, provando todas as Suas palavras, dando testemunho da Imortalidade. Paulo de Tarso, o Apóstolo dos Gentios, afirmava que se o Cristo não ressuscitara, vã seria nossa fé.


O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.


Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.


Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos da fertilidade.


Assim, a Páscoa para o cristão deve lhe trazer à memória o ensino vivo da Imortalidade, atestado pelo próprio Cristo.


Recordar Jesus, pois, Seus ditos e Seus feitos: eis a verdadeira comemoração da Páscoa.


Importante que nos libertemos de ritualismos, de cultos exteriores, que nos retardam o progresso. Só então o Reino de Deus fará morada em todos os corações, realizando-se a reforma íntima de todos os homens.


*   *   *

Os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães.


Foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa.

Redação do Momento Espírita.
Em 22.08.2011.

Fonte: http://www.momento.com.br/
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